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28 de Julho de 2026 às 11:05

Parada do Orgulho: Sindicato celebra diversidade e reforça parceria com movimento LGBTQIAPN+

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O Sindicato participou, no domingo (26), da 27ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de Brasília, realizada na Esplanada dos Ministérios. Em frente ao Congresso Nacional, a categoria se uniu a uma grande celebração de diversidade, visibilidade e defesa de direitos, reafirmando a parceria histórica do movimento sindical com a população LGBTQIAPN+.

A Parada encerrou o Festival Brasília Orgulho 2026 e reuniu diferentes expressões culturais, políticas e sociais em torno do direito de todas as pessoas viverem com liberdade, respeito e segurança. O trio elétrico do Sindicato ampliou a presença da categoria na atividade e contou com uma estrutura voltada ao acolhimento da diversidade.

O diretor do Sindicato Edson Ivo destacou que a presença na Parada dá continuidade a uma relação construída ao longo dos anos com as organizações que atuam pela diversidade. “Nossa participação reafirma uma parceria histórica com o Brasília Orgulho e com o movimento LGBTQIAPN+ no Distrito Federal e em todo o país. O Sindicato se soma a essa mobilização porque defender os trabalhadores também significa combater a discriminação e garantir que todas as pessoas possam ocupar os espaços com liberdade e respeito”, afirmou.

Diversidade também exige acessibilidade

A preparação do trio buscou permitir que pessoas com diferentes necessidades participassem da celebração. A iniciativa mostra que reconhecer a diversidade também exige criar condições concretas para que os espaços públicos possam ser ocupados por todos.

A diretora do Sindicato Larissa Argenta ressaltou que inclusão e acessibilidade precisam caminhar junto às demais pautas defendidas pelo movimento. “É muito importante perceber que as diferentes pautas da diversidade estão sendo consideradas e que os espaços estão sendo preparados para receber todas as pessoas. Queremos ambientes públicos acessíveis, seguros e acolhedores, nos quais ninguém seja impedido de participar, conviver e celebrar”, destacou.

A presença sindical na Parada também aproximou a luta por direitos no mundo do trabalho de outras mobilizações contra a exclusão e a desigualdade. Essa articulação amplia a capacidade de organização e fortalece os vínculos entre grupos que enfrentam diferentes formas de discriminação.

A diretora do Sindicato Adê Mire relacionou essa construção à própria natureza coletiva do movimento sindical. “O movimento sindical nasce da organização coletiva dos trabalhadores, mas nossa luta não termina nas portas dos bancos. Precisamos nos unir a quem enfrenta as desigualdades e a insustentabilidade deste sistema. Queremos construir um mundo sustentável que também seja para nós, no qual possamos viver, celebrar, mostrar quem somos e fortalecer nossos laços”, afirmou.

Da Redação

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