Caixa Econômica Federal

27 de Julho de 2026 às 17:15

Ato no Matriz II reforça mobilização por um Saúde Caixa sustentável e acessível

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O Sindicato realizou, nesta segunda-feira (27), um ato no Matriz II com empregadas e empregados da Caixa para ampliar a mobilização em defesa do Saúde Caixa e pressionar o banco por avanços na mesa de negociação. A categoria reivindica um plano sustentável, solidário e acessível, com redução dos custos suportados pelos beneficiários e atendimento de qualidade para trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas.

Conduzida por Enilson Plattner, dirigente da Fetec-CUT/CN, a atividade reuniu trabalhadores e representantes sindicais para apresentar informes sobre as negociações e dialogar sobre os problemas enfrentados pelos usuários do plano. Entre as principais reivindicações estão o fim do teto de 6,5% da folha de pagamentos destinado pela Caixa ao custeio da assistência à saúde e a retomada do modelo 70/30, pelo qual o banco assume 70% das despesas e os empregados, 30%.

O dirigente do Sindicato Josibel Rocha destacou que a mobilização nos locais de trabalho aumenta a capacidade de pressão da categoria durante as negociações. Segundo ele, a insatisfação dos empregados não se limita ao valor mensal do plano, mas envolve também cobranças acumuladas de coparticipação que comprometem inesperadamente a renda das famílias.

“Alguns colegas têm recebido cobranças de parcelas acumuladas da coparticipação sem comunicação prévia. Quando esses valores são descontados de uma só vez, a renda mensal é reduzida e todo o orçamento familiar acaba comprometido”, afirmou.

Saúde Caixa no centro das negociações

Além do impacto das cobranças, as entidades defendem que a Caixa retome sua responsabilidade histórica pelo financiamento do plano. A avaliação é de que a limitação da participação do banco amplia a transferência dos custos para os trabalhadores e ameaça a capacidade de permanência de parte dos beneficiários.

A diretora do Sindicato Elis Regina Camelo ressaltou que o ato fortalece uma mobilização nacional por mudanças no modelo de custeio e pela preservação do caráter solidário do Saúde Caixa. “O ato de hoje reforçou a mobilização das empregadas e dos empregados em defesa de um Saúde Caixa sustentável, solidário e acessível a todos. Reivindicamos o fim do teto de 6,5%, a retomada do modelo de custeio 70/30 e a garantia de atendimento de qualidade, inclusive para aposentados, pensionistas e contratados após 2018. A Caixa precisa assumir sua responsabilidade com quem constrói diariamente o banco público”, afirmou.

As mobilizações continuarão nos próximos dias para ampliar a pressão sobre a Caixa e fortalecer a negociação. Acompanhe pelo site e pelas redes sociais do Sindicato.

Da Redação

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