Sindicato e funcionários da Cassi protestam em dia de votação da proposta do BB

ABRAÇO NA CAIXA DE ASSISTÊNCIA

Sindicato e funcionários da Cassi protestam em dia de votação da proposta do BB Destaque

Sindicato e funcionários da Cassi protestam em dia de votação da proposta do BB
Dando sequência às atividades em defesa da Cassi, o Sindicato promoveu um protesto na manhã desta quinta-feira (21), em frente à sede da Caixa de Assistência, na 613 Sul, onde o Conselho Deliberativo se reúne para votar a proposta apresentada pelo Banco do Brasil que retira direitos e prejudica os associados.
 
A mobilização contou participação dos funcionários da Cassi, que foram trabalhar de luto e protestaram pela manutenção de seus direitos e pelo fim do congelamento salarial. “Viemos cobrar compromisso dos representantes eleitos com os interesses dos associados, que os elegeram para que defendam a Cassi dos ataques do banco. Também nos solidarizamos com a luta dos funcionários da Cassi”, explica Kleytton Morais, diretor do Sindicato. 
 
A atividade contou com um "abraço" na Cassi, lembrando que os associados e funcionários também são donos da entidade e devem ser respeitados.
 
Por parte do BB, tem sido grande a pressão para que os funcionários aceitem a proposta, porém sem qualquer negociação com as entidades representativas dos trabalhadores. “O Banco do Brasil atropelou o processo e quer impor uma proposta que só atende aos interesses da instituição e onera sobremaneira o participante. Como patrocinador, o banco precisa ter responsabilidade. Romper a mesa de negociação é sinal de fraqueza. É claro que a situação da Cassi também nos preocupa e queremos uma solução”, acrescenta Mônica Dieb, secretária de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato.
 
 
O BB quer impor aos diretores e conselheiros da Cassi uma decisão que não cabe a eles. Ao mesmo tempo, assedia os funcionários para apoiarem uma proposta que corta direitos, aumenta somente as contribuições dos associados , implanta voto de minerva a favor do BB e entrega duas diretorias ao mercado, reduzindo a participação dos associados a um terço.
 
Renato Alves
Do Seeb Brasília