Caixa: Matriz I é ocupado contra ataque de Temer ao Minha Casa, Minha Vida

Caixa: Matriz I é ocupado contra ataque de Temer ao Minha Casa, Minha Vida Destaque

Caixa: Matriz I é ocupado contra ataque de Temer ao Minha Casa, Minha Vida



Centenas de pessoas ocuparam o edifício Matriz I da Caixa na manhã desta quarta-feira (4) para denunciar o ataque do governo ilegítimo de Michel Temer ao Minha Casa, Minha Vida. O programa, que leva moradia e dignidade à população mais pobre do país desde 2009, teve congelado os recursos e processos de contratação. O ato continuou no Ministério das Cidades.

Além de cobrar a retomada dos investimentos em habitação de interesse social, os manifestantes também defenderam a manutenção das empresas públicas brasileiras que estão na mira do projeto privatista de Temer. A própria Caixa, grande responsável pelo desenvolvimento social e econômico do país, está no pacote entreguista do ilegítimo.

Como não realizou a 6ª Conferência Nacional das Cidades, Temer deixa de definir os parâmetros da política habitacional nacional. E, atendendo os interesses da bancada ruralista e do mercado imobiliário no Congresso Nacional, ainda aprovou a Lei 13.465/2017, que trata da regularização fundiária rural e urbana. O documento é considerado favorecedor da grilagem e da posse ilegal de terras pelos movimentos.

Na proposta de orçamento para 2018, o Temeroso destinou praticamente zero para a construção de novas moradias, além de determinar cortes em outras áreas, como na assistência social e na educação.

A ação faz parte da jornada nacional de luta por moradia digna, que já realizou ações em vários estados. Na segunda (2), os movimentos sociais ocuparam a sede da Caixa em São Paulo.

“Estamos num momento do país em que as estatais estão na mira do governo golpista de Temer. Assim, manifestações como essa ajudam a reforçar o papel que a Caixa tem para o desenvolvimento do país. E cabe a todos, sociedade e empregados, defender a Caixa como empresa pública a serviço do país”, assegura a diretora do Sindicato e empregada da Caixa Fabiana Uehara.

Da Redação com Contraf-CUT