Presidência

Competência Presidência

À Presidência compete: a) representar formalmente o Sindicato, sempre que possível;
b) convocar e presidir as reuniões da Diretoria;
c) assinar atas, documentos e papeis que dependam de sua assinatura e rubricar os livros contábeis e burocráticos;
d) por a sua assinatura em cheques e outros títulos, juntamente com o Secretário de Finanças.
 



Presidente
Eduardo Araújo de Souza (BB)

Integrante do Comando Nacional dos Bancários, Araújo entrou no Banco do Brasil aos 14 anos, como menor aprendiz, em Pirapora (MG). Veio para Brasília em 1993 como escriturário, depois caixa, gerente de Controle e analista na área de Contabilidade da Fundação BB, onde foi delegado sindical.

Formou-se em Ciências Contábeis pela Uneb e fez extensão em Contabilidade Gerencial (Upis), especializando-se em Controladoria, Auditoria e Perícia Contábil, pela Universidade Tuiuti do Paraná, por meio de um convênio com o Conselho Regional de Contabilidade.

Foi eleito para a diretoria do Sindicato em 2001.Reeleito para a gestão seguinte, passou a representar a Federação Centro Norte (Fetec-CN) na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, tornando o seu coordenador nacional entre 2010 e 2012. Em 2006, foi eleito para a diretoria executiva da Contraf-CUT, a confederação que reúne mais de 90% dos sindicatos e federações de bancários do país. Fez também curso de Negociação Coletiva dentro de um projeto da ContrafCUT e Confederación Sindical de Comisiones Obreras da Espanha.

Idealizou e implementou o Brasília Debate, que discute temas cruciais da conjuntura nacional e internacional, enriquecendo os conhecimentos e instrumentalizando a ação da militância sindical do DF.

Por seu histórico de luta em defesa dos bancários, foi eleito presidente do Sindicato em 2013. Na sua gestão foi criada a TV Bancários, a Comissão da Verdade (que apura os crimes da ditadura contra os Bancários de Brasília) e os coletivos de Juventude, Aposentados, Igualdade Racial e de Mulheres, para formular específicas com status de secretaria. Em parceria com a UnB, o Sindicato radiografou o problema do assédio moral nos bancos e criou a Clínica do Trabalho para atendimento e acompanhamento psicológico para as vítimas.

Em sua gestão, o Sindicato conquistou a reversão da terceirização ilícita de trabalhadores financiários para bancários da Finasa, Losango e Taí e foi o polo de resistência na luta dos bancários de todo o país contra o PL 4330 da terceirização, que se aprovado extinguiria a categoria.

Eduardo Araújo integra ainda a Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra no Brasil, criada pela OAB Federal em novembro de 2014.

E-mail: presidencia@bancariosdf.com.br

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