Para presidir o Banco do Brasil, um privatizador

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Para presidir o Banco do Brasil, um privatizador

Rubem Novaes, sócio do banco de investimento Brasil Plural e formado na Universidade de Chicago (EUA), berço do liberalismo econômico. Esse é o nome que o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, escolheu para presidir o Banco no Brasil, acendendo o sinal de alerta para o risco de privatização da instituição.

Isso porque Rubem defende as privatizações e, à frente do BB, deve iniciar a gestão já promovendo a venda do braço de investimento da instituição, seguindo a diretriz definida por Guedes de retirar os bancos públicos de todos os negócios bancários que geram competição com os bancos privados. O objetivo final do ministro da economia de Bolsonaro é de privatizar o maior banco público do Brasil.

“Paulo Guedes quer aparelhar os dois maiores bancos públicos com banqueiros de instituições financeiras privadas, que vêm com o objetivo de  entregá-los ao mercado ”, reforça o diretor do Sindicato Rafael Zanon, que integra a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

Na Caixa Econômica Federal, o comando deverá ser confirmado nesta quinta (22) para Pedro Guimarães, também sócio do banco Brasil Plural. É um especialista em privatizações e um dos responsáveis por fazer o levantamento das estatais que podem ser vendidas na gestão Bolsonaro.

Guimarães atua há mais de 20 anos no mercado financeiro na gestão de ativos e reestruturação de empresas.

Da Redação