O Sindicato e representantes do Banco do Brasil participaram nesta segunda-feira, dia 9 de novembro, de audiência inaugural designada para tratar do processo que a entidade move contra a Diretoria Jurídica (Dijur) do banco e seu diretor, Joaquim Portes Cerqueira, por prática de assédio moral contra empregados. Na ocasião, o BB apresentou documentos para a sua defesa.
A ação civil pública contra a Dijur foi ingressada pelo departamento jurídico do Sindicato no início de outubro e pede, entre outras coisas, a condenação do BB de modo a “não permitir, não tolerar e não submeter seus funcionários, por meio de seus prepostos ou superiores hierárquicos, especialmente o seu Diretor Jurídico, Dr. Joaquim Portes de Cerqueira César, a situações que evidenciem assédio moral”. O Sindicato também interpôs junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) medida cautelar, com pedido de liminar, solicitando a suspensão dos descomissionamentos e demissões dos empregados decorrentes da prática e o afastamento de Cerqueira César.
Como a audiência não resultou em acordo, foi fixada a data para a realização de nova audiência, agora de instrução, próxima fase do processo. Será em 26 de fevereiro de 2010, quando serão ouvidas as testemunhas arroladas pelas partes.
Apoio
A luta do Sindicato pelo fim do assédio moral na Dijur, com a devida punição dos agressores ganhou reforço na última semana. Além da OAB/DF, também ingressaram com pedido para serem assistentes na ação movida pelo Sindicato a OAB/RN e os sindicatos dos Bancários do Rio de Janeiro e também do Rio Grande do Norte.
Parabenizo a coragem em tornar concreto as palavras e promessas de combater o assedio moral, que não atinge apenas os bancários mais todas as categorias de funcionalismo publico e privado.
Acredito que os demais sindicatos dos funcionarios publicos, professores, e outros tomando conhecimento da possibilidade de integraremgcomo parte no processo terão interesse.
Este é um assunto de interesse geral do trabalhador!
Atento Sindicato, que mais apois virão!!!!!!!!
Apesar de não está ainda no mercado de trabalho, acompanho todas as dificuldades que os trabalhadores
enfrentam quando se propoem a manifestarem suas reivindicações ou indignações. Por ser neto de trabalhador que tinha, em sua época, ideais reais de democracia dentro do sistema político que vivia, e sofreu perseguição política, não chegando a participar e assistir a concretização de seus ideiais pelo respeito ao trabalhador e suas reivindicações, vibro, por mim, minha geração e meu avô ao verificar que hoje o sindicato tornou possivel o ajuizamento deste tipo de ação com apóios importantes, sem sofrer perseguições e está lutando para deixar um futuro mercado de trabalho com mais dignidade para as futuras gerações detrabalhadores.
É com orgulho que parabenizo a iniciativa e a coragem do sindicato!