<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Assédio Moral</title>
	<atom:link href="http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 Dec 2009 17:06:14 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Bradesco terá que indenizar ex-gerente em R$ 1 milhão por assédio moral e sexual</title>
		<link>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=37</link>
		<comments>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=37#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=37</guid>
		<description><![CDATA[Folha de S. Paulo &#8211; Claudia Rolli
Com o fim do prazo para recorrer da decisão da Justiça, o Bradesco terá de pagar indenização que pode ultrapassar R$ 1 milhão ao ex-gerente Antônio Ferreira dos Santos, 47, que alega ter sofrido assédio moral e discriminação sexual em sua demissão por justa causa. O prazo para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Folha de S. Paulo &#8211; Claudia Rolli</p>
<p>Com o fim do prazo para recorrer da decisão da Justiça, o Bradesco terá de pagar indenização que pode ultrapassar R$ 1 milhão ao ex-gerente Antônio Ferreira dos Santos, 47, que alega ter sofrido assédio moral e discriminação sexual em sua demissão por justa causa. O prazo para o banco recorrer da decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) terminou em outubro, segundo o tribunal e advogados do ex-gerente.<span id="more-37"></span></p>
<p>Em abril, o TST manteve a decisão do TRT da Bahia, que determinou indenização no valor de R$ 200 mil (sem considerar correção e juros dos últimos cinco anos, quando a ação teve início), além do pagamento de um valor referente ao salário em dobro do ex-gerente desde a demissão até a ação ser encerrada (a quantia pode chegar a R$ 960 mil).</p>
<p>&#8220;Os juízes foram justos. Fui demitido por justa causa, sem explicação formal do Bradesco. Tive minha reputação profissional manchada. Finalmente vou tirar um peso das minhas costas&#8221;, diz.</p>
<p>Formado em letras e pós-graduado em gestão de negócios, Santos atua como corretor de seguros. De 1999 a 2004, foi gerente-geral de agência em Salvador. &#8220;Fui vítima de assédio moral na presença de colegas. Um gerente regional dizia que o Bradesco era um lugar para homens, e não para bichas.&#8221; O Bradesco não informou por que não recorreu. O que o banco pode fazer agora é contestar os cálculos da ação, segundo especialistas consultados pela Folha.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?feed=rss2&amp;p=37</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jurídico do Banco do Brasil continua com práticas de assédio moral em BH</title>
		<link>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=43</link>
		<comments>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=43#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=43</guid>
		<description><![CDATA[Seeb Belo Horizonte
A Diretoria Jurídica do Banco do Brasil insiste na prática de assédio moral contra os advogados empregados. Desta vez, novamente, a vítima foi o advogado do BB Fernando Antonio Caldeira de Resende, que teve seu nome excluído dos matriculados no curso de MBA em Direito Bancário a ser ministrado pela FGV. Além disso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seeb Belo Horizonte</p>
<p>A Diretoria Jurídica do Banco do Brasil insiste na prática de assédio moral contra os advogados empregados. Desta vez, novamente, a vítima foi o advogado do BB Fernando Antonio Caldeira de Resende, que teve seu nome excluído dos matriculados no curso de MBA em Direito Bancário a ser ministrado pela FGV. Além disso, o diretor Jurídico determinou que fosse indeferida a bolsa de estudo ao advogado em que o BB patrocina 80% do valor.<span id="more-43"></span></p>
<p>A retaliação está no fato de Fernando ter ganhado ação por danos morais contra o BB pelo seu descomissionamento como advogado. O BB exigia do empregado abrir mão dos direitos de ser substituído em uma ação de equiparação com o Banco Central do Brasil e também uma ação proposta pelo Sindicato dos Bancários de BH e Região, em que foi concedida a manutenção do pagamento de anuênios suspensos pelo banco unilateralmente há quase 10 anos.</p>
<p>Em processo no início deste ano, a justiça já havia determinado a condenação do BB em mais de 100 mil reais por assédio moral.</p>
<p>Em decorrência, o advogado Fernando Caldeira não teve outra alternativa a não ser o ajuizamento de nova reclamatória trabalhista pedindo a sua matrícula no curso, a concessão da bolsa de estudo e indenização por danos morais.</p>
<p>É preciso considerar que o banco, ao praticar novo assédio moral contra o advogado, além de violar os dispositivos internos e normas constitucionais, afronta principalmente a decisão judicial que determinou a reintegração de Fernando Caldeira ao cargo de advogado, com todas as prerrogativas e direitos inerentes, processo 01353.2008.105.03.00.8, decisão inclusive já confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho. O Sindicato trabalhou neste processo como assistente do advogado Fernando Caldeira, bancário regularmente sindicalizado.</p>
<p>A prática de assédio moral pela Diretoria Jurídica do banco tem sido objeto de diversas denúncias do Sindicato e de outras bases sindicais com conhecimento dos funcionários do banco. Essas práticas, inclusive, já foram denunciadas ao Tribunal de Contas da União, por prejuízo ao Erário Público, observando-se que a alta administração do BB vem se mostrando conivente com os atos de gestão autoritários, arbitrários e ilegais adotados pelo Sr. Joaquim Portes de Cerqueira César.</p>
<p>A Justiça do Trabalho de Minas Gerais concedeu a tutela requerida no novo processo, determinando ao banco a realização da matrícula do advogado no curso e a concessão da bolsa.</p>
<p>A audiência de tentativa de conciliação está marcada para o dia 11 de novembro na 21ª. Vara do Trabalho com a presença do Sindicato e da OAB/MG.</p>
<p>Para o funcionário do banco e diretor do Sindicato Wagner Nascimento, mais uma vez o jurídico do Banco do Brasil persegue e assedia moralmente os empregados do BB. &#8220;Muitas são as ações no restante do país por decisões equivocadas da diretoria do banco, mas o Sindicato continua atento para defender os direitos dos bancários&#8221;, ressaltou.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?feed=rss2&amp;p=43</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto de lei paraibano quer proibir prática de assédio moral</title>
		<link>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=46</link>
		<comments>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=46#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=46</guid>
		<description><![CDATA[Correioweb
O Projeto de lei Complementar (PLC 27/2009) em tramitação na Assembléia Legislativa (Casa Epitácio Pessoa) na Paraíba proíbe a prática do assédio moral dentro da administração pública estadual direta, indireta e fundações públicas. Apesar de muitas vezes acontecer de forma velada, essa prática poderá, agora, ser coibida por uma lei que defende a dignidade humana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Correioweb</p>
<p>O Projeto de lei Complementar (PLC 27/2009) em tramitação na Assembléia Legislativa (Casa Epitácio Pessoa) na Paraíba proíbe a prática do assédio moral dentro da administração pública estadual direta, indireta e fundações públicas. Apesar de muitas vezes acontecer de forma velada, essa prática poderá, agora, ser coibida por uma lei que defende a dignidade humana e o respeito pelo outro no ambiente profissional. Se aprovada, a lei pode servir como base para julgamentos em todo o país.<span id="more-46"></span></p>
<p>Pela proposição o assédio moral fica definido como: ?toda ação, gesto ou palavra que, praticados de forma repetitiva por servidor público, no exercício de suas funções, vise atingir a auto-estima e a integridade psicofísica de outro servidor, com prejuízo de sua competência funcional?.</p>
<p>O terceiro artigo do PLC prevê que a prática do assédio moral, quando comprovada, poderá resultar na aplicação de penalidades ao infrator, como obrigatoriedade de participar de curso de aprimoramento pessoal, repreensão, suspensão e/ou multa. A pena de suspensão poderá ser convertida em multa. Nesse caso, o servidor poderá permanecer no exercício da função. A receita proveniente das multas impostas será revertida e aplicada exclusivamente no programa de aprimoramento e aperfeiçoamento funcional do servidor.</p>
<p>O projeto também reforça a questão da prevenção quando cita que ?os órgãos da administração pública estadual direta, indireta e fundações públicas, na pessoa de seus representantes legais, ficam obrigados a tomar as medidas necessárias para prevenir o assédio moral?.</p>
<p>A Lei Complementar será regulamentada pelo Poder Executivo no prazo de 60 dias após publicação e as despesas decorrentes da execução orçamentária da Lei Complementar correrão, se necessário, por conta do orçamento.</p>
<p>Assédio</p>
<p>É considerado assédio moral o conjunto de condutas abusivas, frequentes e intencionais que atingem a dignidade da pessoa e que resultam em humilhação e sofrimento. &#8220;O assédio moral, também chamado de ?terror psicológico? no trabalho, é hoje um dos requisitos para aumentar a produtividade nas empresas, que precisam ser mais competitivas contra a crise&#8221;, diz Luiz Salvador, presidente da Abrat (associação brasileira dos advogados do setor).</p>
<p>O número de casos de assédio moral no Brasil está crescendo e impulsionando importantes mudanças na legislação. Segundo a advogada especialista na área, Eryka Farias de Negri, os casos de denúncias de assédio moral se tornaram bastante freqüentes nos últimos cinco anos.</p>
<p>Apesar do Brasil não possuir legislação própria sobre o tema, existem atualmente cerca de 80 projetos de lei para serem votados no sentido de prevenir e coibir o assédio moral. ?Em outros países, a Justiça entende que esse tipo de situação prejudica muito as empresas, inviabilizando atividades econômicas. Com isso, as indenizações se fazem tão altas?, conta Eryka.</p>
<p>De acordo com a especialista, o assédio moral caracteriza-se pela exposição do trabalhador a situações humilhantes e constrangedoras, de forma repetitiva e prolongada durante a jornada de trabalho, e com o objetivo de desestabilizar a relação dele com o ambiente de trabalho e com a própria empresa. Um trabalhador que esteja sofrendo assédio moral em seu ambiente de trabalho deve procurar relatar o acontecido a um médico, ao sindicato de sua categoria e também a um advogado.</p>
<p>A vítima de assédio moral possui o amparo de diversos órgãos que prestam assistência nesses casos como o Ministério Público, a Justiça do Trabalho, a Comissão de Direitos Humanos e o Conselho Regional de Medicina.</p>
<p>Com informações do Paraíba Agora</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?feed=rss2&amp;p=46</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ação contra a Dijur-BB por assédio moral tem audiência e ganha suporte de mais entidades</title>
		<link>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=16</link>
		<comments>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=16#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?p=16</guid>
		<description><![CDATA[O Sindicato e representantes do Banco do Brasil participaram nesta segunda-feira, dia 9 de novembro, de audiência inaugural designada para tratar do processo que a entidade move contra a Diretoria Jurídica (Dijur) do banco e seu diretor, Joaquim Portes Cerqueira, por prática de assédio moral contra empregados. Na ocasião, o BB apresentou documentos para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato e representantes do Banco do Brasil participaram nesta segunda-feira, dia 9 de novembro, de audiência inaugural designada para tratar do processo que a entidade move contra a Diretoria Jurídica (Dijur) do banco e seu diretor, Joaquim Portes Cerqueira, por prática de assédio moral contra empregados. Na ocasião, o BB apresentou documentos para a sua defesa.<span id="more-16"></span></p>
<p>A ação civil pública contra a Dijur foi ingressada pelo departamento jurídico do Sindicato no início de outubro e pede, entre outras coisas, a condenação do BB de modo a “não permitir, não tolerar e não submeter seus funcionários, por meio de seus prepostos ou superiores hierárquicos, especialmente o seu Diretor Jurídico, Dr. Joaquim Portes de Cerqueira César, a situações que evidenciem assédio moral”. O Sindicato também interpôs junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) medida cautelar, com pedido de liminar, solicitando a suspensão dos descomissionamentos e demissões dos empregados decorrentes da prática e o afastamento de Cerqueira César. </p>
<p>Como a audiência não resultou em acordo, foi fixada a data para a realização de nova audiência, agora de instrução, próxima fase do processo. Será em 26 de fevereiro de 2010, quando serão ouvidas as testemunhas arroladas pelas partes.</p>
<p><strong>Apoio</strong></p>
<p>A luta do Sindicato pelo fim do assédio moral na Dijur, com a devida punição dos agressores  ganhou reforço na última semana. Além da OAB/DF, também ingressaram com pedido para serem assistentes na ação movida pelo Sindicato a OAB/RN e os sindicatos dos Bancários do Rio de Janeiro e também do Rio Grande do Norte.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.bancariosdf.com.br/bancariosdf/assediomoral/?feed=rss2&amp;p=16</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
